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ESTUDO TEÓRICO DAS PROPRIEDADES ELETRÔNICAS, TERMODINÂMICAS E ÓPTICAS NA ESTRUTURA DE ZEÓLITA (RUB-11) COM AS DOPAGENS DE METAIS DE TRANSIÇÃO.
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As aplicações no setor espacial, quando se trata da estrutura porosa da zeólita, têm sido amplamente investigadas ao longo dos anos, por possuir diversas características, sendo uma delas a seletividade molecular, que lhes concede reconhecimento por parte dos pesquisadores como peneira molecular, além disso o material zeolítico possui os requisitos específicos para ambientes desse segmento, uma vez que o material possui uma certa resistência a ambientes extremos, estabilidade térmica e eficiência em processos de adsorção e purificação de ar em ambiente fechado, como cabines em aeronaves ou na estação espacial, servindo para controle de contaminantes como 𝑁𝐻3, 𝐻2𝑂 e 𝐶𝐻4, uma vez que, o uso já possui histórico consolidado. Diante disso, este trabalho tem o objetivo de investigar possíveis potencializações das propriedades da zeólita RUB-11, com a dopagem metálica por substituição do átomo de silício e por ramificação em pontos previamente calculados pela análise populacional, por meio do método computacional DFT com funcional PBE-GGA. Inicialmente, a estrutura da zeólita RUB-11 apresentou característica de material isolante, no entanto, os resultados da dopagem com metais de transição apresentam consideráveis alterações nas características da estrutura de origem, fazendo com que o material zeolítico se torne mais reativo. Além disso, confirma-se a viabilidade com as propriedades termodinâmicas (Entalpia, 𝐶𝑝, Entropia e Energia livre de Gibbs) e a reatividade através da energia de gap com a concordância dos resultados de óptica, tendo somente uma variação esperada, em razão aos métodos utilizados. Os estudos com adsorção tiveram como resultado a adsorção para todos os gases propostos nesta pesquisa, entretanto, a amônia e o dióxido de enxofre obtiveram melhores resultados. Enfim, a análise da estabilidade dos materiais demonstrou que a massa, o raio atômico dos metais inseridos na estrutura e a interação com os átomos de oxigênio são fatores determinantes para a estabilidade das variações do processo de dopagem.