Análise de aspectos sociodemográfico e clínico de pessoas vivendo com HIV/AIDS
Análise de vulnerabilidade; Pacientes; Vulnerabilidade Individual; HIV; Vulnerabilidade em saúde.
O HIV é uma condição clínica que vem acometendo o homem ao longo das últimas décadas, estima-se que aproximadamente 39,9 milhões de pessoas estão infectadas com o vírus, e estes indivíduos estão susceptíveis á vulnerabilidades. Para tanto, esse estudo objetivou analisar o perfil de vulnerabilidade de pessoas com HIV/AIDS. Nesse contexto, tratou-se de uma pesquisa transversal com abordagem quantitativa, descritivo e exploratório, onde a amostra do estudo foi composta por 268 pacientes, acompanhados regulamente no CTA/SAE, entre os anos de 2022 e 2023 em Caxias-MA. Para o levantamento e inquérito da avaliação foi elencada a seguinte questão norteadora: Quais são os fatores relacionados aos contextos de vulnerabilidade individual, social e programatica de pessoas com HIV/AIDS? Para a resposta, foram utilizados questionários adaptados, com perguntas sociodemográficas, e marcadores pautados para as vulnerabilidades programática, individual e social. Os dados foram tabulados e organizados no Microsoft Office Excel 365, para análise descritiva das variáveis estudadas, com frequência simples. Para a análise dos dados, foram utilizados software estatístico Programa R (4.3.2), e IBM SPSS 22 for Windows, para variáveis categóricas, foi aplicado o teste Qui-Quadrado com independência ao nível de 95% de confiança (α=0,05) e para as variáveis numéricas, aplicou-se o teste de Kruskal-Wallis para variáveis independentes ao nível de 95% de confiança (α=0,05). Ademais, o estudo informou a vulnerabilidade de pessoas com HIV/AIDS de acordo com o sexo, orientação sexual, idade, e estado civil. Demonstrando, como fator de vulnerabilidades social, individual, e programática, devido ao gênero, questões sociais, dificuldade em conversar sobre o HIV, revelando a lacuna da falta de conhecimento sobre o vírus e suas transmissibilidades, bem como, a falta de prevenção e diagnostico tardio, e ainda a falta ao acesso e recursos de saúde.